Neste dia 14 de abril é o Dia do Café, todo mundo gosta de um bom café, ou quase todo mundo. Cada um com a sua preferência, seja pingado, cappuccino, fraquinho, forte, expresso, muito quente, morno, com açúcar, adoçante, sem açúcar, café com leite, puro.
A cidade próxima de Surubim que tem uma força grande nessa bebida preciosa é Taquaritinga do Norte, lá além do cultivo do café, a temperatura da cidade também ajuda e muito. A Dália da Serra tem todos os anos o Festival Café Cultural com eventos por todos os lados, mas em tempo de pandemia, stand by.

Retornando para a cidade de Surubim, a gente ver café em todos os lugares, seja pela manhã, à noite, à tarde, meio dia, de madrugada, nos postos de gasolina, pizzaria, sempre tem aquele cafezinho. A funcionária Thamirys (foto acima) de uma panificadora no centro de Surubim, preparou um café que foi provado, degustado e aprovado.
A nossa cultura é diferenciada de outras pelo mundo afora, aqui a gente toma café com batata, arroz, feijão, carne, queijo, pão com ovo e outros.
No calor de meio dia, tem gente tomando café, e se estiver chovendo, aí já não precisa de motivo para tomar.
Café moído na hora, descafeinado, café de soldado, passado em filtro de papel, filtro de pano, solúvel ou de pilão. Juntar os amigos para tomar um bom café não tem coisa melhor, ir na padaria tomar café muito bom, correr no supermercado só para pegar aquele cafezinho prontinho de final de tarde, ou a todo instante. Posto de gasolina que não tem um cafezinho, não pode ser chamado de posto de gasolina (kkk). Tem gente que toma um café para se acalmar, para fumar (péssima escolha), para ficar esperto, viajar, ficar acordado, estudar ou simplesmente, tomar um café.
Em uma semana a nossa equipe passou por alguns lugares para registrar e conversar com os apreciadores de café.
A verdade é que até quem não toma café, gosta do cheiro. Sempre escutamos ou falamos: eita cheiro de café, de onde vem esse cheiro? Cheguei aqui só pelo cheiro. O café da vizinha é o melhor do mundo, acordei com esse cheirinho de café, eu nem queria tomar café hoje, o café de Maria a gente sente de looooonge.

Na nossa cidade a gente sempre observa um cafezinho daqui, outro dali e passando no centro num ponto de moto táxi me deparei com uma turma dividindo o tal café, ao ser perguntado se sempre tem aquele café por ali, um dos mototaxistas respondeu: tem que ter, sempre.

Já na padaria ao lado, encontrei com o Sr. Wellington da cidade de João Alfredo que é comerciante na Cidade Feliz que disse assim: no meu comércio sempre tem um cafezinho para os funcionários e clientes e para mim também. Completou.

Em outro ponto da cidade e na Panificadora centenária da região, o sr. João Batista conversando com seu tio Elizaldo se deliciava com o cafezinho e umas gotinhas de adoçante. Fã de um bom café falou das viagens mundo afora e do conhecimento do café aqui e acolá. Sempre tem oferecido aos clientes um café de seleção ímpar, "o café faz parte do meu dia-dia, sempre aproveito para degustar um cafezinho, seja pela manhã no finalzinho da tarde ou a noite". Completou.
Também aproveitei para tomar o meu café com um pouquinho de açúcar, pouquinho mesmo.

Noutro dia o advogado Dr. Josafá, que sempre toma o seu café religiosamente pela manhã e no finalzinho da tarde falou de saborear e dos benefícios que o café traz para o seu dia, "sempre venho aqui para tomar um bom café que me dá ânimo para ler, pensar e escrever". Pontuou.
Se quiser bater uma boa prosa, falar de assuntos diversos, jogar um dominozinho, visitar o irmão, visitar os pais, visitar a voinha, os amigos, encontrar a rapaziada pela cidade, uma parada para o lanchinho ou só pelo fato do café, aproveita. Faz muito bem.
Algumas curiosidades sobre o Café
- A borra do café funciona como um excelente adubo
- O café, quando consumido nas doses corretas (4x ao dia), aumenta a capacidade de concentração
- A borra do café também é ótima para tirar o mau cheiro da geladeira
- A cafeína, nas quantidades certas, evita a depressão e o mau humor.
E aí, vai um cafezinho?
Veja uma sequência dos registros fotográficos aqui no GN.
Por Marcílio Costa/GN


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